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Pânico, Medo e Fobia

Pânico medo e fobia

Muitas pessoas confundem pânico, medo e fobia, acreditando que são a mesma coisa.

Enquanto o medo é uma reação instintiva do ser humano quando este encontra-se em uma situação de perigo, é inegável que o transtorno do pânico e as fobias compartilham de sintomas semelhantes, incluindo medo intenso e sentimentos de ansiedade.

Ambas as condições podem envolver sintomas difíceis que podem impactar tremendamente nos nossos relacionamentos, carreira e outras responsabilidades e metas. Além disso, tanto as fobias quanto a síndrome do pânico podem ser classificadas como Transtornos de Ansiedade.

Sumário

  1. Introdução
  2. A Síndrome do Pânico
  3. O Medo
  4. As Fobias
  5. Tratamentos Indicados
  6. Outros Artigos sobre medo, fobia e pânico
  7. Como escolher o psicólogo mais indicado

1. Introdução

O medo é natural do ser humano, todo mundo tem ou teve medo de alguma coisa, um lugar ou uma pessoa em algum momento da vida, mas que, quando desproporcional, intenso e até irracional, pode se transformar em uma síndrome neurótica, que é o que os psicólogos chamam de fobia.

Muitos indivíduos sentiram medo de dormir sozinhos no quarto quando criança, da loira do banheiro na escola e do homem do saco quando brincavam na rua. Também sentiram medo no primeiro dia de aula e no primeiro dia no trabalho, sem contar que quando é necessário tomar uma decisão importante em suas vidas, o medo também se faz presente.

O medo muitas vezes protege as pessoas, isso é fato. Faz pensar com mais cuidado antes de tomar determinada atitude e, por isso, também pode impedir que tenhamos comportamentos mais arrojados e ousados em alguns casos.

O medo é, basicamente, quando nos sentimos ameaçados por algo ou alguém, que desperta tensão e receio de que aquele algo ou alguém possa nos ferir. O ferir citado pode se enquadrar em ferimentos físicos e/ou emocionais.

Você pode ter medo de uma barata, de uma aranha, ou medo de uma pessoa que acaba de entrar no ônibus e que lhe aparenta um ar desconfiado. Existem inúmeras formas de medo, e os psicólogos reforçam que é importante que você consiga entendê-las e decifrá-las.

Assim como o medo, diversas situações cotidianas podem nos causar ansiedade, como a entrevista para um novo emprego ou a proximidade da viagem tão esperada. É um estado emocional perfeitamente normal, até mesmo benéfico por nos manter alertas e eventualmente mais focados.

O problema é quando a ansiedade toma proporções exageradas e passa a afetar negativamente a vida do indivíduo – esse é o caso da Síndrome do Pânico.

Torna-se um problema quando este medo e essa ansiedade viram uma constante, e que podem prejudicar o indivíduo em sua rotina e dia-a-dia. Muitas vezes isto pode tomar uma grande proporção na vida do paciente, sem que ele se dê conta de tudo o que está acontecendo consigo mesmo – apenas sente que as coisas não estão “normais”.

O medo, tornando-se algo constante e diário, pode gerar uma crise de ansiedade ou uma crise de pânico, o que alavanca um problema de fato maior, e que precisa ser analisado com cautela e por um profissional especializado.

Entenda melhor os aspectos do Pânico, do Medo e da Fobia a seguir.

2. A Síndrome do Pânico

Ataques de pânico ou sintomas similares ao pânico como tremores, respiração acelerada e sudorese são sintomas típicos tanto de fobias quanto síndrome do pânico. No entanto, tais sintomas são desencadeados de forma diferente em cada condição específica.

Uma pessoa com fobia pode experimentar a sensação de pânico ao pensar ou ser exposto ao objeto do seu medo.

Por outro lado, a síndrome do pânico não é desencadeada por um medo em específico. As pessoas com síndrome do pânico têm ataques súbitos e inesperados, sem qualquer razão aparente. O episódio provoca uma série de reações físicas como taquicardia, falta de ar e sensação de morte e pode durar de 15 minutos até uma hora.

Apesar de possuírem sintomas semelhantes, não há relação entre fobia e pânico, ou seja, uma fobia não necessariamente leva à síndrome do pânico; da mesma forma que a síndrome do pânico não apresenta um medo específico como causador do ataque.

No entanto, não se deve descartar a probabilidade de um diagnóstico que inclua tanto a fobia quanto o transtorno de pânico.

O pânico é caracterizado pela ocorrência de crises de pânico recorrentes e repentinas que causam sensações de medo ou mal-estar intenso acompanhada de sintomas físicos e cognitivos.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Sobre Thaiana Brotto

Thaiana Brotto é psicólogo e CEO do consultório Psicólogo e Terapia. Graduação em Psicologia pela PUC-PR em 2008. Pós-graduação em Terapia Comportamental pela USP. E pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC. Registrada no Conselho Regional de Psicologia pelo número CRP 106524/06.

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