• Comportamento neurótico

    Comportamento neurótico

    Muitas pessoas ficam preocupadas e ansiosas de vez em quando. É normal ficar mais apreensivo, por exemplo, antes de fazer uma entrevista de emprego ou durante a realização de uma prova de um concurso.

    Essa reação é muito comum e até mesmo esperada uma vez que, nessas circunstâncias, não nos deparamos somente com momentos importantes para nós. Também precisamos gerir as nossas expectativas e idealizações acerca delas. Esperamos pelo melhor, mas é impossível prever se ele acontecerá de fato.

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  • Estresse: o que é, sintomas e tratamentos

    Estresse e Psicologia

    O que é estresse, quais os sintomas, as causas, os tipos de estresse e o que você pode fazer para lidar com ele. Nesse artigo você encontrará tudo o que precisa saber.

    Você se sente estressado com frequência? É importante saber que o estresse é um problema que deve ser levado a sério. Os sintomas, que incluem efeitos físicos e emocionais, podem comprometer a sua qualidade de vida.

    Além disso, é preciso tomar cuidado para que o quadro não evolua para uma doença ainda mais grave, como a depressão ou a obesidade.

    Descubra, no decorrer do nosso artigo, quais são os principais sintomas que ajudam a identificar o estresse, quais as suas maiores causas e quais tratamentos são recomendados – um psicólogo, por exemplo, pode contribuir na solução do problema.

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  • Irritado sem motivo? Pode ser um sinal de depressão!

    Irritado sem motivo? Pode ser um sinal de depressão!

    A irritabilidade persegue você?

    É verdade que, às vezes, o mundo parece não fazer sentido. As notícias ruins não tem fim, sejam na TV, no trabalho ou proferidas por uma vizinha.

    Fatores que antes você não dava importância agora o tiram do sério, como o trânsito, a fila para usar o caixa eletrônico, a conversa fiada dos seus colegas de trabalho, e até o alto astral de um desconhecido. Afinal, como alguém consegue ser tão feliz?

    Qualquer palavra ou atitude de terceiros, por mais simples que seja, é o suficiente para causar uma explosão de irritação em seu interior. Assim que a raiva passa, no entanto, você se questiona porque reagiu daquela maneira e sente remorso por ter sido grosseiro.

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  • Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT)

    transtorno-de-estresse-pos-traumatico

    O transtorno de estresse pós-traumático consiste num adoecimento da mente, quando pensamentos negativos como de morte, depressão, tristeza excessiva, etc.; se tornam consistentemente repetitivos.

    Geralmente o transtorno está associado a uma situação traumatizante que ocorreu na vida do indivíduo onde ele pode ter se sentido envergonhado ou humilhado, ou que tenha presenciado cenas de grande violência e de ameaça à sua vida.

    Muitos brasileiros sofrem com esse transtorno, em parte devido ao grande índice de violência em nosso país.

    É muito comum pacientes que procuram por psicólogos com o objetivo de aliviar esses conflitos internos.

    A pessoa que tem o transtorno do estresse pós-traumático sofre muito, tem mal-estar constante, se isola de lugares ou horários nos quais tenha medo devido à situação previamente sofrida, deixando de andar sozinho ou mesmo dirigir.

    ÍNDICE

    1. TEPT, irritabilidade e raiva
    2. Consequências do Transtorno de Estresse Pós-Traumático
    3. Sintomas do Transtorno de Estresse Pós-Traumático
    4. Comportamentos que podem estar associados ao Transtorno de Estresse Pós-Traumático
    5. 5 sinais de que você não superou uma experiência traumática
    6. Tratamento para o Transtorno de Estresse Pós-Traumático
    7. O papel do psicólogo no tratamento do TEPT
    TEPT, Irritabilidade e Raiva

    TEPT, irritabilidade e raiva

    A raiva e a irritabilidade são sintomas recorrentes em pacientes que apresentam quadros do Transtorno do Estresse Pós-Traumático (TEPT).

    O acompanhamento psicológico é recomendado para tratamento e redução de danos que podem ser causados por quadros severos desse distúrbio.

    Esses sintomas podem se manifestar com tanta intensidade a ponto de prejudicar as relações pessoais, e até mesmo causar danos físicos a quem sofre com TEPT.

    Uma pessoa com quadro de Transtorno do Estresse Pós-Traumático pode se tornar agressiva tanto com outras pessoas, quanto se machucar devido à raiva e irritabilidade.

    O Transtorno do Estresse Pós-Traumático é um distúrbio relacionado a ansiedade, no qual diversos sintomas psicológicos, físicos e emocionais se manifestam, mediante a recordação de eventos violentos.

    Nesses casos, a vítima pode ter sido exposta a situações extremas, onde sofreu ameaça ou risco de vida, podendo ter sido testemunha de algum evento relacionado a terceiros.

    Reviver a situação traumática é um medo tão real que o paciente sofre alterações neurofisiológicas e mentais, manifestando uma série de sintomas.

    Algumas pessoas levam bastante tempo para procurar ajuda para tratar esse problema, o que pode agravar o quadro.

    Nem todos os pacientes irão apresentar quadros de raiva e irritabilidade, pois, esse não é um critério para o diagnóstico do TEPT, mas frequentemente são sintomas associados a esse distúrbio psicológico.

    Pacientes que manifestam raiva e irritabilidade, sentem como se isso os sufocassem, manifestando comportamentos violentos e/ou autodestrutivo.

    Para identificar comportamentos motivados pela raiva e irritabilidade, associados ao TEPT, reunimos, ao longo desse artigo, uma série de situações que podem ocorrer e como lidar com esses quadros.

    Ao identificar esses comportamentos, recomenda-se que o paciente busque um psicólogo que possa ajudá-lo a lidar com esses traumas.

    Assim, terá o auxílio necessário para reduzir a incidência dos sintomas relacionados com o Transtorno do Estresse Pós-Traumático.

    Consequências do Transtorno de Estresse Pós-Traumático

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    Como consequência do TEPT, comumente a pessoa passa a ter pensamentos e sentimentos negativos sobre a situação presenciada relacionada a si mesmo.

    Esses pensamentos repetitivos fazem com que a pessoa portadora do transtorno se sinta incapacitada de seguir adiante.

    Em alguns casos, ao não buscar ajuda de um profissional, a pessoa se afunda em um mar de angústias, de pensamentos e ações negativas. Levando a atitudes extremas como, até mesmo, o suicídio.

    Todas essas situações mexem racional e emocionalmente com a pessoa de forma profunda e, em muitos casos, são de difícil recuperação.

    Essa é a origem do Transtorno do Estresse Pós-Traumático (TEPT), quadro que, quando não acompanhado por um psicólogo, tende a se agravar e dificultar o dia a dia do paciente.

    Sintomas do Transtorno de Estresse Pós-Traumático

    Ser submetido à uma situação de grande impacto como um assalto ou um acidente não é sinal garantido de que se desenvolverá o Transtorno de Estresse Pós-Traumático.

    Há pessoas que passam por casos como esses e conseguem se recuperar com mais rapidez e de forma menos traumática que outras.

    Há também quem vá sofrer deste transtorno muito tempo após o fato em si e que, inclusive, nem relacione o mal-estar com aquele estresse passado. Por isso, é importante ficar atento aos sintomas do TEPT.

    • Ansiedade: não se trata de querer antecipar problemas e discussões ou ficar pensando neles com preocupação. Nos casos de Transtorno de Estresse Pós-Traumático, a ansiedade é intensa e pode se tornar constante;
    • Medo: seja dos locais, ações ou pessoas que remetam, direta ou indiretamente, à situação vivida;
    • Insônia: a dificuldade para dormir pode aparecer e se agravar pelos dois fatores anteriores: ansiedade e medo;
    • Afastamento: se o fato que gerou o transtorno aconteceu no trabalho, por exemplo, é comum que a pessoa não queira retornar à função e ao local;
    • Dormência e tremores: além dos sintomas emocionais é possível ter sintomas físicos bastante incômodos, como a dormência dos membros ou tremores;
    • Pesadelos e flashbacks: seja no estado inconsciente, quando se está dormindo, ou mesmo durante o dia a dia, é possível que a situação seja reavivada pela mente e aumente os outros sintomas.

    Uma experiência traumática pode acarretar problemas por uma vida inteira. Para a psicologia clínica, a experiência traumática, se não tratada, tende a se perpetuar de forma gradativa. Ela pode se originar de diversas situações, tais como:

    Os efeitos da experiência traumática costumam ser sentidos por, praticamente, toda a vida.

    O diagnóstico e o tratamento são muito importantes para reduzir os impactos na vida da pessoa.

    Comportamentos que podem estar associados ao Transtorno de Estresse Pós-Traumático

    A hiperatividade e o TEPT

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    Raiva e irritabilidade são sintomas de hiperatividade. São sintomas relacionados com o TEPT, pois, frequentemente quem sofre com esse distúrbio tenta lutar ou fugir não apenas das lembranças com das sensações relacionadas com o trauma.

    Isso gera ansiedade e prejudica o sono, causa irritabilidade e hipervigilância, fazendo com que o paciente nunca relaxe.

    A pessoa sente-se ameaçada pela revivência, algo não racional, mas totalmente real e recorrente.

    A raiva construtiva e destrutiva

    Precisamos considerar que existe a raiva construtiva e destrutiva. Embora a raiva seja uma emoção associada a reações nocivas e frequentemente leve a comportamentos nocivos, a raiva por si só, não é um sentimento ruim.

    Por isso cabe considerar que a raiva construtiva pode motivar a cura, a superação, o movimento e desejo de contornar situações difíceis, enquanto a raiva destrutiva pode levar a abusos e a violência.

    Vale a pena considerar esses aspectos para lidar com a raiva e irritabilidade de modo assertivo.

    Comportamentos agressivos nos relacionamentos

    Muitas vezes pessoas com quadros de Transtorno do Estresse Pós-Traumático podem reproduzir comportamentos violentos em seus relacionamentos.

    Isso está longe de ser uma regra, mas estima-se de cerca de 20% dos pacientes com TEPT podem ser agressivos com seus parceiros.

    Se isso ocorre com você ou com alguém que você conhece, é importante buscar ajuda para reconhecer que esse pode ser um comportamento associado a quadros severos de TEPT, onde a irritabilidade e raiva extrapolam limites e trazem prejuízos reais para o paciente e quem se relaciona com ele.

    Comportamentos autodestrutivos

    Outro viés possível, resultante da raiva e irritabilidade, são os comportamentos autodestrutivos, autopunitivos, que podem inclusive colocar em risco a vida do próprio paciente com quadro de TEPT.

    Voltar-se contra si mesmo, é uma forma de sufocar a raiva. E frequentemente isso ocorre, pois, o paciente não encontra formas saudáveis de lidar com a dor.

    Assim o estresse, a raiva e a ansiedade alcançam níveis incontroláveis, sendo falsamente amenizadas por comportamentos autodestrutivos.

    Por isso o abuso de substâncias, comportamentos de risco, atitudes catastróficas e inconsequentes, podem ser uma forma de canalizar a raiva.

    Encontrar formas de lidar com a raiva e a ansiedade é fundamental para lidar com sintomas associados ao TEPT.

    Não é fácil lidar com esses sentimentos quando perdemos o controle sobre eles.

    Mas algumas atividades leves, meditação, prática de artes e até conversar com alguém da sua confiança pode ajudar muito a reduzir a tensão causada pelo Transtorno do Estresse Pós-Traumático.

    Não é simples, mas reconhecer o problema e buscar lidar com ele, é um passo importante em direção a cura.

    Qual é o seu nível de:

    ANSIEDADE
    ESTRESSE
    DEPRESSÃO
    FAZER O TESTE

    5 sinais de que você não superou uma experiência traumática

    • Crises de ansiedade

    A ansiedade nem sempre pode ser a causa de algum problema. Inclusive, o transtorno pode ser um sinal de um trauma não superado.

    A síndrome de pânico, fobia, medo extremo podem ser resultado de uma experiência traumática. É comum, inclusive, que a pessoa tenha esses problemas sem saber o porquê.

    • Conformismo e apatia

    Os traumas podem limitar as nossas ações e restringir emoções, criando verdadeiras barreiras emocionais. Estes bloqueios interferem drasticamente na memória de nossas feridas e cicatrizes psicológicas não curadas, fazendo com que a pessoa não queira sair de sua zona de conforto.

    Por esta razão, tanto a apatia quanto o conformismo são duas reações que a mente cria de forma a evitar mais dor e sofrimento.

    • Toda forma de risco é um medo

    Com o tempo, o trauma irá causar na pessoa uma espécie de administração inconsciente do medo. Isto é, o medo passa a assumir o controle da nossa vida. Todas as decisões tomadas e passos traçados serão realizados mediante o nível de segurança e medo que possuímos. Isso reflete uma falsa segurança.

    • Isolamento

    Quanto mais a pessoa tenta evitar o trauma a todo custo, mais ela fortalecerá o medo. Isso a faz querer se afastar das pessoas e do mundo exterior, deixando-a isolada.

    • Sentimentos de ira e depressão

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    A EQUIPE DE PSICÓLOGOS

    A experiência traumática não tratada desenvolverá outro sintoma: as atitudes agressivas. A fim de evitar a todo custo entrar na “zona de perigo” de seu trauma, o indivíduo tende a resistir às opiniões de outras pessoas, se defende de forma agressiva, estabelece um padrão de limites entre o que acredita e o que pensa ser o correto.

    Estes são alguns dos mecanismos que a mente trabalha no sentido de evitar ao máximo as emoções para não obter mais dor e sofrimento.

    Assim, como mecanismo de defesa, a agressividade parece ser algo consciente, já que “tudo e todos estão contra você”, mas se trata de uma reação permanente a uma experiência traumática.

    As emoções reprimidas e o ocultamento delas geram um conjunto de sentimentos de amargura, ansiedade, depressão e a pessoa passa a culpabilizar os outros pelo seu sofrimento, quando não a si mesma.

    Também pode ocorrer do próprio corpo físico começar a “desligar-se” sinalizando tensões cada vez mais frequentes e sérias pela experiência traumática, reconhecendo emoções que causaram dor.

    Tratamento para o Transtorno de Estresse Pós-Traumático

    Não é nada fácil tratar uma experiência traumática, principalmente quando ela está profundamente enraizada em nós. A dor e os problemas vivenciados muitas vezes estão enraizados no inconsciente.

    Pessoas com traumas sérios possuem maior chance de adquirirem problemas de saúde mental e física. A função da psicoterapia é fazer perceber, junto à pessoa, que existem caminhos para redescobrir a vontade de viver e de superar qualquer trauma.

    O afastamento, um dos sintomas citados acima, tende a dificultar o tratamento do Transtorno de Estresse Pós-Traumático.

    Muitas pessoas, ao passarem por situações que levem a esse quadro, tendem a acreditar que o melhor a ser feito é evitar o assunto e assim retomar a vida normalmente. Porém, subestimar o TEPT pode ser uma forma de torná-lo ainda mais grave.

    Por mais difícil que seja é importante falar sobre o assunto e racionalizar sobre ele primeiro para só então conseguir internalizá-lo sem sofrimento.

    Em alguns casos, além da terapia com psicólogo é importante que seja feita uma prescrição médica para remédios que possam contribuir com o tratamento.

    A terapia também pode ser aplicada a um casal, como na perda de um filho, ou até mesmo, individualmente, para membros da mesma família. Tudo irá depender da situação que originou o Transtorno de Estresse Pós-Traumático.

    O papel do psicólogo no tratamento do TEPT

    O papel do psicólogo é ajudar o paciente a superar o que ele viveu, para que a partir daí ele possa retomar tudo o que ele parou de fazer ou praticar devido ao trauma ocorrido.

    Durante a terapia o indivíduo portador do transtorno aprenderá a interferir nos pensamentos negativos, nas atitudes que são influências dos pensamentos repetitivos para anular todo pessimismo causado pelo trauma.

    O tempo é um fator importante no quadro de estresse pós-traumático: quanto mais tempo o paciente se encontra nessa situação é mais difícil inseri-lo novamente nas atividades que ele parou de fazer.

    Dependendo do grau do transtorno a pessoa pode até ter abandonado emprego, família e amigos, então recoloca-lo à sua rotina de antes do transtorno fica mais difícil e leva mais tempo.

    Todavia, apesar do tempo, a psicologia tem alcançado muito êxito na melhoria do quadro de pessoas com estresse pós-traumático, lembrando que, no tratamento, algumas vezes, é acrescentado também o uso de medicamentos prescritos por um médico.

    Poder contar com um profissional ou um grupo de apoio ajuda o paciente a lidar com suas frustrações, medos e dores. Por isso é fundamental obter apoio e realizar algumas sessões de terapia para lidar com o TEPT.

    Esse processo auxilia a lidar não apenas com a raiva, irritabilidade e ansiedade, como compreender o que acontece com você e seu corpo durante as crises de revivência, tornando tudo mais consciente e controlável.

    O psicólogo tem papel fundamental no tratamento, podendo recomendar as melhores práticas para lidar com sintomas, até a superação do trauma, assim como, quando necessário, encaminhar o paciente a um psiquiatra, para tratamento medicamentoso.

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  • Bipolaridade ou oscilação de humor?

    Bipolaridade ou oscilação de humor e psicologia

    A Bipolaridade é uma doença grave e vem sendo detectada com mais frequência nos últimos anos. Porém, nem toda troca de humor repentina leva a um quadro de bipolaridade, em alguns casos o que se pode notar é uma oscilação de humor.

    Esses transtornos podem se iniciar em qualquer faixa etária, e por isso é importante prestar atenção para os sintomas e procurar ajuda de um psicólogo caso eles apareçam.

    Oscilações de humor e como tratá-las

    Oscilações de humor podem ocorrer devido a várias causas, e nas mulheres os hormônios apontam como um dos grandes responsáveis. Essa oscilação se diferencia da bipolaridade por aparecer sempre no mesmo período do ciclo.

    Falta se sono, má alimentação e trocas de temperatura também podem ser motivos para as pessoas sofrerem pequenas oscilações de humor.

    Para tratar as oscilações é preciso conhecer quais são os gatilhos que levam a quadros de tristeza ou agitação extremas. Psicólogos são profissionais treinados para auxiliar no autoconhecimento, e o auxilio deles pode ser indispensável para encentrar as causas da agitação ou da depressão, através da psicoterapia.

    Bipolaridade, sintomas e tratamento

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    A bipolaridade ocorre nos casos mais graves e mais específicos de oscilações de humor. Nesses casos, há crises frequentes de depressão e mania, e é possível que uma tenha mais frequência que a outra.

    Além disso, na bipolaridade é difícil determinar em que momento uma troca brusca de humor pode surgir, e os sintomas variam dependendo da forma que a doença se manifesta.

    Mania

    • Irritabilidade – nessa caso, a pessoa torna muito exigente e dá respostas muito agressivas quando os outros não aceitam suas opiniões.
    • Desequilíbrio emocional – sem motivos aparentes a pessoa fica triste, fala muito rápido e troca de assuntos.
    • Interpretação errada de acontecimentos – as pessoas tendem a se aborrecer por qualquer coisa.
    • Grandiosidade: excesso de amor próprio, a pessoa se acha o centro do universo.
    • Hiperatividade: energia suficiente para fazer várias atividades sem parar.
    • Diminuição do sono e da vontade de dormir.
    • Ideias estranhas, sem foco na realidade.

    Depressão

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    • Baixa autoestima: nesses casos há desconfiança da própria capacidade de executar tarefas antes consideradas simples.
    • Negatividade: pacientes que apresentam o quadro de depressão podem ficar cultivando pensamentos negativos.
    • Culpa e sentimento de impotência.
    • Dificuldade de pensamento, pensamento lento ou medo de tomar decisões.
    • Perda de interesse no trabalho ou em atividades que antes eram prazerosas.
    • Perda de energia e cansaço excessivo.
    • Ingestão excessiva de bebidas alcoólicas ou outras substâncias com esse efeito.

    Em ambos os casos, tanto quando ocorrem oscilações de humor como em casos de bipolaridade, é essencial o acompanhamento profissional.

    Os Psicólogos

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    A EQUIPE DE PSICÓLOGOS

    O acompanhamento pode ser realizado por um psicólogo ou psiquiatra e a utilização de medicamentos pode ser recomendada.

    É necessário que um profissional da área de saúde avalie a frequência e a intensidade dos sintomas para diagnosticar o paciente e prescrever o tratamento correto.

    Através do tratamento adequado é possível diminuir a intensidade e a duração das crises e aumentar os períodos de estabilidade.