Rejeição

Categoria dos serviços do psicólogo: ajuda emocional

Entenda o que é a rejeição, por que ela dói tanto e aprenda a lidar com ela. Leia o nosso artigo.

A Rejeição provavelmente é um dos piores sentimentos experimentados em nossa vida. Seja por parte de nosso par amoroso, de um amigo, parente ou colegas de trabalho, a sensação de que nossa presença não é desejada ou não é mais bem-vinda pode nos levar a nos sentirmos magoados e nos tornarmos defensivos. Apesar de ser muito difícil, os psicólogos afirmam que é possível lidar com ela adotando algumas estratégias.

Rejeição

Quase todas as pessoas possuem medo da rejeição. Essa aflição pode inclusive gerar dor física palpitações e outras somatizações. E há explicação científica para isso. Estudos mostraram que o cérebro registra rejeição da mesma forma que faz a dor física. E mais, quando há estresses muito grandes, como o causado pela rejeição, os músculos do coração podem enfraquecer. A expressão popular “coração partido” é justificada por esses estudos.

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A explicação para essa dor intensa vem de nossos antepassados: se você fosse excluído de seu grupo/tribo, as chances de sobrevivência diminuiriam drasticamente. Em outras palavras, ser rejeitado poderia até mesmo ocasionar a morte.

Não vivemos mais na era pré-histórica, então por que a rejeição ainda nos causa tanto sofrimento? E como lidar com ela?

Quando nosso comportamento desagrada outras pessoas

As pessoas às vezes nos rejeitam por causa do comportamento que temos perante elas. Quando as pessoas se sentem desconfortáveis, elas vão tentar remover aquilo que as estressa. E neste caso, pode ser a nossa presença. E isso nos leva a nos sentir rejeitados.

E aí vem um dado surpreendente: a rejeição não é pessoal! As pessoas não estão nos rejeitando e sim nosso comportamento. Isso acontece por que costumamos atribuir nosso comportamento à nossa identidade. Mas quantas vezes mudamos nossa maneira de agir na vida? Ao alterar um padrão de comportamento, você continua sendo a mesma pessoa.

Rejeição: como lidar com ela

>>> Leia também: Rejeição – porque dói tanto?

Para ajudar nisso, primeiramente deve-se ter um pouco de introspecção e exercitar o autoconhecimento. Temos que descobrir o que os motiva. E o quanto esse comportamento é realmente importante para você ou se ele traduz algum medo e insegurança que você tem, por exemplo.

Ao reconhecer e trabalhar estes comportamentos, as chances de sermos rejeitados diminuem. Ou pelo menos a dor é eliminada. Se você é uma pessoa que sempre responde os outros com ironias e ataques, por exemplo, ao entender que faz isso, bem como o que o motiva, há chances de melhorar as atitudes. Agora, por exemplo, se você é rejeitado por um grupo social por ter tatuagens, talvez esse grupo não seja merecedor da sua presença. Aí, a rejeição deixa de ser dor para virar algo até benéfico.

Quando você perde a sua autoconfiança

Quando você se sente inferior, ou que você não é o suficiente, esse sentimento por si só leva a rejeição. Você passa a achar que não é inteligente o suficiente, não é bonito o suficiente, não é bom o suficiente … ou seja, você não é suficiente. Sua vida não é suficiente.

Pessoas que sofrem de baixa autoestima e total falta de confiança vivem sentimentos de rejeição, sendo que muitas vezes ela nem é real. Neste caso adotar atitudes positivas e mudar hábitos nocivos são muito importantes. Buscar terapia é fundamental, também. Um psicólogo poderá ajudar a pessoa a desenvolver autoconhecimento, bem como a criar estratégias e abordagens para a retomada da autoconfiança.

Era amor e logo virou rejeição?

Em nossa vida é muito comum nos depararmos com essa situação. Em um minuto, você está em uma viagem romântica no exterior, vive momentos maravilhosos e no outro, eles estão dizendo que eles não amam você e é melhor se afastar para não gerar envolvimento. Algo que foi uma experiência em nossa vida desaparece tão rapidamente…

E por que isso acontece? Há inúmeros motivos para isso. As vezes nem mesmo o par ou casal entende por que quer se afastar. Desgaste, transtornos emocionais e muitas outras razões podem ocasionar esse rompimento tão repentino. O mais importante é saber que aquele momento de felicidade e de amor realmente existiu. E as vezes ele vai embora por que há mais felicidade para viver e ela está só nos aguardando.

Como lidar com a rejeição

Nem sempre é fácil reconhecer se há algo a aprender com a rejeição ou se ela é apenas uma consequência de expectativas não atendidas. Mas a distinção se torna muito mais clara quando desenvolvemos a autoconsciência sobre nossos comportamentos e como eles afetam os outros.

De qualquer forma, entender as causas da rejeição pode tirar dor dela. Não se trata de quem nós somos, e sim do que fazemos. A rejeição não nos define, nem direciona nossas vidas. Somos nós que estamos no comando. E nós podemos trabalhar para mudar nossas escolhas, nos autoconhecer e fortalecer nossa confiança. E entender que outras pessoas podem não ser capazes de aceitá-las, e isso é problema exclusivo delas, e não nosso. Para isso, a ajuda terapêutica e a nossa melhor amiga.

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Autora: Thaiana Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

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