Como lidar com o comportamento agressivo?

Categoria dos serviços do psicólogo: ansiedade
Como lidar com o comportamento agressivo

Ninguém está livre de ter que lidar com alguém que tenha comportamento agressivo. Seja na própria família, na escola ou no trabalho, é comum nos depararmos com adultos ou crianças que apostam na agressividade para conseguir o que desejam. Muitos aspectos desencadeiam este comportamento e é importante que, quando este tipo de comportamento estiver atrapalhando a vida, a pessoa procure a ajuda especializada de um psicólogo. Nesse texto nós vamos falar mais sobre a agressividade e como algumas técnicas podem facilitar o convívio com pessoas que têm esse perfil. Acompanhe.

O que torna as pessoas agressivas?

Quando a pessoa se acha melhor que os demais, há uma forte tendência de ela agir diante dos outros com agressividade. Há também algumas pessoas que já nascem com um temperamento colérico e explosivo. Neste caso, quanto antes os pais procurarem um psicólogo, menos a criança e as pessoas que convivem com ela vão sofrer. Uma terapia vai ensinar a moderar a forma de expressar emoções. Outro fator que gera agressividade é a insegurança emocional, que faz com que as pessoas temam e por isso, partem para o ataque pessoal.

Se você estiver procurando psicólogo em São Paulo, para questões de ansiedade, então conheça os psicólogos que prestam serviços de psicologia no nosso consultório, veja o valor das sessões e agende sua consulta aqui mesmo pelo site.

Muitas vezes, os agressores nem percebam o quanto inconvenientes podem ser. Uma pessoa muito estressada por conta do trabalho árduo, por exemplo, pode se portar de modo agressivo em episódios isolados. Há, ainda, os casos de transtorno de personalidade. Isso sem falar naqueles que têm a necessidade de ter razão sempre e que se tornam agressivos toda vez que são contrariados.

Como lidar com pessoas agressivas de todas as idades?

    • Evite contratacar. Os agressivos não percebem quando chegaram ao limite;

 

    • Ajude a pessoa agressiva a se sentir compreendida;

 

    • Acalme-a e mostre o quanto o comportamento agressivo é intolerável;

 

    • Use a razão mais do que a emoção;

 

    • Procure não interromper a pessoa no meio de um ataque de agressividade;

 

    • Mantenha a cabeça fria e faça perguntas objetivas do tipo: “O que está acontecendo aqui?” ou “Será que é necessária esta agressividade? Vamos conversar com calma!”;

 

    • Mantenha o olhar firme, mostrando por meio de sua expressão facial que está ouvindo e observando atentamente;

 

    • Não altere seu tom de voz, procurando até falar mais baixo do que de costume para a pessoa ter que se esforçar para te ouvir;

 

    • Não argumente. Espere a pessoa acalmar para conversar melhor sobre o que está sendo discutido;

 

    • Crie oportunidades para uma conversa franca, na qual você e a pessoa agressiva possam compartilhar opiniões e emoções;

 

    • Afirme sempre que você notou o comportamento agressivo e diga que isto o incomoda;

 

  • Pergunte diretamente a que ela atribui este comportamento.

Um psicólogo seria útil?

As pessoas agressivas geralmente negam que estão com raiva ou se sentindo frustradas. Elas preferem atribuir a culpa do comportamento agressivo aos outros. Você já deve ter ouvido alguém falar: “Nossa, fulano me tirou do sério.” Se este comportamento for recorrente, você precisa estar preparado para encontrar o melhor momento e aconselhar que a pessoa busque a ajuda de um psicólogo.

E quando a pessoa é alguém que trabalha com você? Neste caso, o comportamento agressivo se torna ainda mais problemático. Se você está em uma posição de chefia e a pessoa faz parte da sua equipe, explique a ela que essa postura não é aceitável no ambiente profissional que vocês vivem. Se ela for seu par – ou seja, tem a mesma posição hierárquica -, ou é seu chefe, busque ajuda de seus superiores ou de um profissional da área de Recursos Humanos e exponha seu problema. Combinem de participar, juntos, de alguma reunião para que o outro também possa vivenciar uma atitude agressiva e, depois, decidir o que fazer.

Outros textos que podem lhe interessar

Autora: Thaiana Brotto(Psicóloga CRP 06/106524)

*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.