Medo ou Fobia? Qual a diferença?

Categoria dos serviços do psicólogo: pânico, medo, fobia
Psicólogo Medo ou Fobia

O medo é natural do ser humano, todo mundo tem ou teve medo de alguma coisa, um lugar ou uma pessoa em algum momento da vida, mas que, quando desproporcional, intenso e até irracional, pode se transformar em uma síndrome neurótica, a fobia.

Muitos indivíduos sentiram medo de dormir sozinhos no quarto quando criança, da loira do banheiro na escola e do homem do saco quando brincavam na rua. Também sentiram medo no primeiro dia de aula e no primeiro dia no trabalho, sem contar que quando é necessário tomar uma decisão importante em suas vidas, o medo também se faz presente.

O medo muitas vezes protege as pessoas, isso é fato. Faz pensar com mais cuidado antes de tomar determinada atitude e, por isso, também pode impedir de ter comportamentos mais arrojados e ousados em alguns casos. No entanto, o medo fóbico tende a ser persistente, pavoroso e angustiante em relação às situações que, na realidade, não oferecem perigo compatível à tamanha intensidade do medo.

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É normal sentir medo daquilo que não se conhece, mas, ao experimentar, quebra-se a barreira do medo que impedia de descobrir coisas novas.

Em quais situações identificar a fobia

Todavia, quando se trata de fobia, o indivíduo não consegue arriscar a experimentar o desconhecido, a ultrapassar a barreira do que acredita fazer mal e que deixa com medo. A fobia pode existir em lugares muito grandes e com muita gente (agorafobia), porque dificilmente o indivíduo consegue escapar ou identificar pessoas conhecidas rapidamente, como quando está fora de casa, em um grande congestionamento ou em um Shopping Center em época de festas. A fobia também pode ser em relação a objetos (seringa, faca, tesoura, etc.) e animais (barata, aranha, sapo, gato, etc.).

Fobia social

Sentir muito medo em situações de exposição, que envolvam contato com outras pessoas, como falar em público, apresentação de seminários, palestras e reuniões, trata-se de uma fobia social. De modo geral, a pessoa que sofre de algum tipo de fobia tende a ter comportamentos restritos à própria casa e a lugares muito familiares porque se sente mais segura dessa forma, uma vez que não se depara com crises de angústia ou mesmo pânico.

Embora a fobia seja um medo apresentado como irracional, as pessoas que sofrem desse mal tendem a reconhecer a desproporcionalidade de seus medos, o que já é um grande passo para poder buscar ajuda e iniciar um tratamento psicológico.

Como técnicas mais frequentes no tratamento de fobias, destacam-se:

  • Exposição ao que é temido – que poderá ser tanto imaginária quanto real, através de um processo por etapas definidas juntamente com o cliente;
  • Técnicas de relaxamento – apesar de não ser eficaz no tratamento, se utilizadas isoladamente, os exercícios de respiração, por exemplo, tendem a ajudar o paciente a se concentrar no aqui-agora e, assim, controlar os sintomas durante, ou até mesmo antes, dos episódios temidos;
  • Treino de habilidades sociais – que podem ocorrer na sessão através de ensaios comportamentais e/ou fora da sessão (tarefas de casa). O treino pode reduzir a ansiedade no confronto interpessoal nos casos de fobia social.

Contudo, entre técnicas e diálogos, o foco do psicólogo sempre será trazer o máximo de conforto, bem estar e autoconhecimento ao paciente, para que ele consiga lidar de forma tranquila e saudável com situações que antes lhe causavam pavor.

*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.
Autora: Karina Santos (Psicóloga CRP 06/114474)

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