Transtorno de Ansiedade Social e Fobia Social

Categoria dos serviços do psicólogo: pânico, medo, fobia
Transtorno de Ansiedade Social

O Transtorno da Ansiedade Social (TAS) ou fobia social é um problema muitas vezes mascarado sob o título da timidez ou de a criança ser “quietinha”, mas é preciso atenção desde seus primeiros sinais para que não se torne um grande problema no futuro. Como ele costuma aparecer na adolescência, sem os cuidados terapêuticos a TAS pode evoluir para um isolamento que, por sua vez, pode desencadear outros transtornos, como depressão, estresse, alcoolismo e consumo de drogas em geral, e até problemas financeiros. Não é incomum a vida profissional ser afetada pela dificuldade de relacionamento interpessoal e pela incapacidade de se relacionar no ambiente de trabalho, trazendo prejuízos graves.

É preciso atenção aos sintomas

Os primeiros sintomas podem ser difíceis de serem detectados, por isso os cuidados dos pais em manter um relacionamento estreito de confiança com os filhos é essencial para identificar o problema. A TAS faz com que o indivíduo sinta-se constantemente julgado em seus mínimos detalhes e atitudes pelas outras pessoas, seja pela sua aparência, sua forma de vestir, de falar, de comer – e até mesmo pelo seu estado apreensivo.

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A vida social torna-se um pesadelo e ele tende ao isolamento, restringindo a quantidade de pessoas com as quais faz contato fora do seu ambiente familiar, ainda que em grupos pequenos.

Fobia é frequente entre homens e mulheres

Bastante frequente na população, na mesma proporção entre homens quanto em mulheres, a fobia social costuma apresentar alguns sintomas físicos, como suor excessivo, tremor, rubor facial, respiração ofegante, distúrbios estomacais, sensação de desmaio, palpitações, dor de cabeça e diarreia.

Como sua ocorrência pode ser considerada comum, é comum também a pessoa ser tratada apenas como “diferente” pelos demais. No entanto, além de não acabar sozinha, a fobia social pode desencadear outros males, abrindo as portas inclusive para o alcoolismo e o uso de drogas quando o indivíduo percebe que essas substâncias o fazem sentir-se mais confortável e seguro diante das outras pessoas.

Tratamento inclui abordagens distintas

O tratamento, por outro lado, deve ser iniciado em qualquer idade em que o Transtorno de Ansiedade Social seja percebido, de preferência ainda na adolescência. Ele é composto por uma combinação de psicoterapia com o uso de medicamentos, como antidepressivos e ansiolíticos, podendo, nos casos mais graves, incluir ainda o uso de betabloqueadores e anticonvulsivantes.

Já a psicoterapia mais indicada deve combinar duas modalidades distintas, ou seja, deve ser cognitiva comportamental. Através dela será realizado um trabalho cognitivo, sobre o entendimento do porquê e como surgem os pensamentos irracionais, e comportamental, fazendo o paciente compreender que seu comportamento pode ser modificado, trazendo mais conforto através do treinamento de algumas de suas habilidades.

Terapia leva mais qualidade de vida ao paciente

O importante é que, tanto os pais de adolescentes considerados muito tímidos ou “diferentes” fiquem atentos ao problema, como a própria pessoa adulta que sente carregar dentro de si este tipo de fobia, procure ajuda especializada de um psicólogo. Através da terapia cognitiva comportamental é possível não apenas tratar os casos iniciantes, evitando que a TAS influencie negativamente no dia a dia do futuro adulto, como garantir ao paciente adulto mais qualidade de vida através da possibilidade da inclusão social sem traumas.

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>Autora: Thaiana Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

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