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Como lidar com os problemas no relacionamento

Categoria dos serviços do psicólogo: terapia de casal, relacionamentos, casamento
Como lidar com os problemas no relacionamento

Você já deve ter ouvido falar que “o amor é como uma flor”. Em todos os tipos de relacionamento, esse ditado não podia ser mais verdadeiro.

Como uma flor delicada, que deve ser cultivada com paciência, carinho, tolerância e sabedoria, o amor também é assim: isso ajuda a lidar com as crises e evitar discussões e mal-entendidos.

É melhor ser feliz ou ter razão?

Algumas pessoas são instáveis ou difíceis de lidar. E, muitas vezes, pequenas coisas podem significar o fim de um grande amor.

Valor Consulta Psicóloga Bárbara






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Isso acontece porque todo mundo quer estar certo, ninguém quer ceder e, por essa teimosia desnecessária de ambas as partes, muitos casamentos já acabaram.

Não permita que isso aconteça com vocês. Pense bem no motivo da discussão e se pergunte: isso é realmente importante?

Claro que, se o assunto for realmente sério e grave, de maneira alguma você deve ir contra suas convicções ou valores pessoais; porém, se o motivo for coisa de pouca importância, será que não é melhor concordar, em nome da paz e felicidade doméstica? Reflita!

Não confio mais nele (a)

Confiança é tudo em um relacionamento. Como você poderá entregar seu coração, suas inseguranças e planos de vida, a alguém em quem você não confia?

É torturante e desgastante viver desconfiado, com medo, com ciúmes! Todos sofrem tremendamente com isso, e esse estado de coisas não costuma acabar bem.

Para a desconfiança há um único remédio efetivo: o diálogo. Sente-se com o seu parceiro (a) e converse, exponha seus sentimentos e diga os motivos pelos quais você se sente receoso em confiar nele (a).

Ele (a) tem direito de saber o que você pensa dele (a), e também mostrar o seu ponto de vista a respeito.

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Porém, se realmente houve, por exemplo, uma traição, ou algo que justifique a quebra da confiança, é o momento de se perguntar se vale a pena continuar com o relacionamento ou se existem chances de isso se transformar em algo bom – geralmente, nesse momento os casais buscam o auxílio de um psicólogo.

Muitas pessoas gostam de espionar, ler e-mails, rastrear o (a) parceiro (a) nas redes sociais, contratar detetives, etc.

Em longo prazo, no entanto, esse tipo de comportamento simplesmente mata qualquer relação. Afinal, ninguém gosta de se sentir vigiado o tempo todo, por mais que não tenha nada a esconder.

Ele (a) não confia em mim

Os Psicólogos

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A EQUIPE DE PSICÓLOGOS

Agora, o outro lado da moeda: seu (a) parceiro (a) não confia em você. Demonstra ciúmes excessivos, monitora tudo que você faz, acusa-o (a) de coisas que você não fez e desconfia até da sua sombra. Viver assim é impossível, sufocante, asfixiante. Como proceder?

Como dito no tópico anterior, o diálogo sincero é sempre a melhor saída. Diga ao seu (a) parceiro (a) como você se sente, mostre a ele (a) que não há motivos para se sentir dessa forma.

Em certos casos, a desconfiança nasce de traumas passados com relacionamentos anteriores, e a pessoa tem medo de que aquela situação se repita com seu (a) novo (a) parceiro (a).

Nesse caso, é necessário ter paciência, e talvez seja necessária a ajuda de um psicólogo de confiança para auxiliar na superação desse temor.

Como Escolher seu Psicólogo

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COMO ESCOLHER O SEU PSICÓLOGO

Muitas vezes, o casal se ama de verdade, não pretende se separar, mas a relação se tornou insustentável – o que fazer?

Nessas horas, é importante reconhecer suas limitações e que, nem sempre, somos capazes de contornar tudo sozinhos – nesse momento é a hora de procurar ajuda profissional.

Se um dos parceiros se sentir relutante, vá sozinho. A terapia ajudará você a enfrentar os problemas com mais serenidade e a ter visões diferentes das situações, com empatia e compreensão.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Autor: Thaiana F. Brotto

CRP 06/106524 – São Paulo

FORMAÇÃO

Graduação em Psicologia pela PUC-PR em 2008. Pós-graduação em Terapia Comportamental pela USP. E pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC