Saiba como os exercícios físicos influenciam na autoestima

Categoria dos serviços do psicólogo: ajuda emocional

A princípio, os exercícios físicos contribuem significativamente para a elevação da autoestima. A atenção e o cuidado com o corpo e o momento de entrega a uma atividade pessoal despertam na pessoa um olhar mais positivo para o seu próprio ser.

Porém, na medida em que o indivíduo passa a se cobrar muito quanto à sua performance, a atividade física pode acabar interferindo negativamente na autoestima e, consequentemente, no bem-estar psicológico. Neste caso, a ajuda de um psicólogo pode fazer a diferença, porque ele vai ajudar a pessoa a equilibrar harmoniosamente este conflito.

Como os exercícios físicos elevam a autoestima

A prática da atividade física regular beneficia o corpo e a mente, aumentando a autoestima e o equilíbrio emocional, melhorando a memória, aliviando o estresse e diminuindo a insegurança e a ansiedade.

O sistema nervoso como um todo é estimulado positivamente. É que durante os exercícios físicos, o fluxo de sangue no cérebro aumenta e os níveis de substâncias que promovem a sensação de bem-estar crescem. Com isso, a pessoa passa a lidar melhor com os problemas, minimizar a insônia e ter uma melhor qualidade de vida.

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Com o aumento da serotonina no organismo, que causa a sensação de bem-estar, controla-se, ainda, a insegurança, a ansiedade, a depressão e até o excesso de peso, aspectos bastante negativos para a autoestima. Nas academias, são comuns os exercícios em grupo.

Sem perceber, a pessoa acaba aperfeiçoando o relacionamento interpessoal, prática que pode ser levada para o dia a dia. Afinal, quem não precisa se relacionar melhor com os outros?

Com o corpo bem condicionado e a mente saudável, o indivíduo consegue manter o bem-estar psíquico. Porém, esses resultados estão relacionados à manutenção, ou seja, é preciso bastante disciplina para manter a regularidade da atividade física.

No mínimo, os exercícios devem ser feitos três vezes por semana, e ao escolher a modalidade, o melhor é levar em conta o gosto pessoal, porque assim será mais fácil ter prazer.

Como os exercícios físicos diminuem a autoestima

Quando a atividade física é praticada com grande intensidade, de forma exagerada, ocorrem as famigeradas lesões musculares e outros desconfortos físicos, sendo que a pior consequência são os problemas ao coração. Afinal, tudo tem limite.

Como o excesso pode ser prejudicial, os especialistas recomendam a realização dos exercícios mais vigorosos somente por 30 a 50 minutos ao dia. O certo é sempre consultar um médico antes de começar qualquer exercício físico regular, já que cada caso é um caso e somente o profissional poderá recomendar o que é melhor para cada pessoa.

Da mesma forma que o excesso de exercícios prejudica o físico, ele também compromete, na mesma proporção, a mente. Não são muito raros os casos de pessoas que, na busca pelo corpo perfeito, ou atletas cujos desafios e metas se tornam cada vez mais ousados, tenham problemas emocionais relativos à sobrecarga de atividade física.

Mas não são só eles. Pacientes que buscam se exercitar para controlar sintomas como a depressão e a ansiedade também têm uma tendência a se cobrar demais. E quando não conseguem se dedicar tanto quanto gostariam ou acabam se excedendo, vem a frustração e o desânimo.

Quando a atividade passa a interferir negativamente na vida da pessoa, ele deve procurar um psicólogo. Só um profissional capacitado conseguirá orientar devidamente, de modo que não haja diminuição da autoestima e, neste caso, a pessoa entre num círculo vicioso bastante prejudicial.

A terapia regular ajuda a equilibrar os conflitos criados a partir da lacuna entre a expectativa e a realização.

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Autora: Thaiana Brotto(Psicóloga CRP 06/106524)

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