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Autoestima

Categoria dos serviços do psicólogo: ajuda emocional
Autoestima e os psicólogos

Não nascemos com autoestima, mas somos estimulados a tê-la, ou não. Autoestima é um sentimento desenvolvido desde a infância na medida em que os pais elogiam ou demonstram de alguma forma atenção sobre determinada conquista do filho, o que tende a aumentar a autoestima da criança.

O que é Autoestima?

Por outro lado, quantas vezes somos punidos, inclusive já na vida adulta, por alguma falha ou erro que cometemos, e, por isso, somos deixados de lado? Nessas condições, nossa autoestima tende a diminuir, uma vez que não somos reconhecidos ou gratificados por algo.

Como desenvolver a autoestima?

Uma vez sabido que o reconhecimento dos pais, a priori, é de fundamental importância para o desenvolvimento do filho, vale a pergunta: se os pais não conseguiram propiciar essa condição de favorecimento, não será possível ter autoestima ao longo da vida?

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O desenvolvimento da autoestima ocorre na medida em que a pessoa se sente amada pelo outro, tendendo a aprender a se amar também.

A terapia nos casos de baixa autoestima pode ter como objetivos os seguintes aspectos:

  • buscará fortalecer os comportamentos que se aproximam do sentimento de ter autoestima, por exemplo, quando o paciente compartilha uma determinada conquista (promoção no trabalho, êxito escolar, melhora no relacionamento com as outras pessoas, realização dos planos de vida, etc.), as atitudes deverão ser reconhecidas e valorizadas pelo terapeuta;
  • desenvolver tomada de iniciativa e pro atividade;
  • propiciar sentimentos “positivos”: felicidade, satisfação, bem-estar, realização, contentamento.

O objetivo é fazer com que, durante um processo terapêutico, o paciente consiga se diferenciar dos demais e conquistar sua independência, aprendendo a ser amado e a se amar, porém, sem precisar se sentir amado por alguém específico.

Pense, por exemplo, que para listar as prioridades de sua vida, utilizaremos de uma mão com os cinco dedos à disposição e, partir do dedo polegar, coloque por prioridade a seguinte ordem: primeiro VOCÊ, depois (indicador) VOCÊ, VOCÊ (dedo médio), VOCÊ de novo (dedo anelar) e, ainda, VOCÊ (dedo mínimo), para depois passar para a outra mão e começar a listar as demais prioridades da sua vida.

A autoestima facilita o autoconhecimento e a habilidade de argumentar em causa própria, além de possibilitar que a pessoa se sinta independente, sem precisar deixar de se sentir amada pelos outros e por ela mesma. Dessa forma, por que não tentar desenvolver ou, até mesmo, melhorar a autoestima?

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Autora: Karina Santos (Psicóloga CRP 06/114474)

*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.