Ansiedade e Terapia Cognitiva

Categoria dos serviços do psicólogo: ansiedade
Ansiedade e Terapia Cognitiva

Muitas pessoas conhecem e já experimentaram episódios de ansiedade, isso ocorre com todos nós em determinadas situações, por tanto podemos dizer que certo grau de ansiedade em situações específicas é esperado e natural. Quando a ansiedade é muito frequente e dificulta o manejo da situação, aí devemos nos preocupar um pouco mais.

Ansiedade inclui fobias e medos de situações, pessoas, lugares ou coisas específicas, também pode estar relacionada a ataques de pânico (quando a pessoa tem sensações físicas intensas de ansiedade, frequentemente sente que está prestes a morrer ou enlouquecer), TEPT (transtorno de estresse pós-traumático, quando a pessoa após passar por uma situação traumática lembra-se e amedronta-se pelas lembranças de intenso sofrimento), TOC (transtorno compulsivo-obsessivo, quando a pessoa não consegue parar de pensar e fazer coisas repetidamente) e TAG (transtorno de ansiedade generalizada, quando a pessoa sente na maior parte do tempo uma mistura entre preocupações e sintomas de ansiedade).

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Identificando os sintomas físicos.

Os sintomas físicos são bastante marcantes, são específicos e intensos. Uma pessoa com ansiedade normalmente sente muita agitação (cognitiva e de comportamento), tensão muscular, sudorese, tonteiras, dificuldade respiratória, taquicardia e rubor facial.Esses sintomas são manifestados em conjunto, podem ser experienciados alguns deles ou todos.

As respostas físicas de ansiedade são de grande importância para nossa sobrevivência e a de qualquer espécie, pois é a ansiedade frente a uma situação de perigo real que nos coloca em possibilidade de fuga ou luta. Estando em uma situação de risco, por exemplo, na iminência de um assalto, nosso organismo aumenta os batimentos cardíacos para circulação de mais sangue, nossa respiração é intensificada distribuindo mais oxigênio para todo o corpo, nossos músculos enrijecem e ficamos melhor preparados para correr ou lutar contra o assaltante. Pensando nisso, faz todo sentido nosso organismo se preparar desta forma. O que acontece é que nem sempre estamos frente a um perigo real, ele pode ser social ou mental, e então, estes sintomas tornam-se desadaptativos e pode nos levar a um estado de congelamento (não ter reações de enfrentamento e nem de esquiva).

Nossos pensamentos, estado de humor e comportamento se relacionam com os sintomas físicos de ansiedade, podem influenciá-los e por eles serem influenciados. Por exemplo: imaginemos uma pessoa que possua medo de avião e precisa pegar uma ponte aérea para receber uma premiação da empresa. Para não ser mal vista pelo chefe a funcionária vai para o aeroporto. Estando no aeroporto sente que seu batimento cardíaco está aumentado, ela transpira e fica tensa, o que a leva a crer que está prestes a ter um ataque cardíaco. Ao sentir este mix de sensações vem a sua mente pensamentos como: “E se eu tiver um ataque aqui e não conseguir embarcar?”, “E se eu conseguir embarcar e o avião tiver algum problema?”, “E se eu passar mal no avião?”. Ao pensar tudo isso os sintomas físicos são intensificados e a impressão de estar tendo um ataque cardíaco aumenta, então instaura-se um círculo vicioso, cada pensamento intensifica as sensações físicas, que por sua vez intensificam a percepção de perigo e que intensificam os pensamentos e assim sucessivamente.

Aspectos cognitivos da ansiedade

Normalmente a ansiedade é acompanhada por pensamentos que correspondem a percepção de que estamos sob AMEAÇA, PERIGO ou VULNERÁVEIS. Esses pensamentos ansiosos são sempre relacionados ao futuro e frequentemente prevêem algum resultado negativo ou catastrófico. É isto que faz você pensar duas vezes antes de realizar algo, quando muito intenso e dependendo do que for projeto como resultado, faz com que você “congele”.

Em situações de perigo social, por exemplo, conduzir a apresentação de um novo plano de negócios para a diretoria da empresa, os sintomas de ansiedade podem não ser positivos e é necessário ter domínio e controle sobre elas. Nestes casos, o foco é a diminuição da ansiedade. O terapeuta cognitivista ensina seu paciente a identificar os pensamentos automáticos em situações de ansiedade, observando o ambiente e as reações físicas, afim de que possa a partir daí usar técnicas de relaxamento e flexibilização cognitiva. O objetivo é que o paciente sinta-se menos ansioso e consiga manejar melhor estas situações.

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