Como identificar se você tem baixa autoestima

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Como identificar se você tem baixa autoestima

A baixa autoestima é muitas vezes um subproduto da insegurança e falta de emponderamento. Ela também pode ser fruto de negligências ou mesmo frustrações na infância ou adolescência. A psicologia reforça que esse problema além de ser grave, pode desencadear um quadro de depressão e dificultar muito as relações pessoais e profissionais de quem sofre com ela.

Conheça 7 comportamentos ligados à baixa autoestima

Pessoas com baixa autoestima costumam ser muito exigentes consigo mesmas, não aceitando elogios, ou ainda acreditam que eles são falsos. Podem acreditar que por trás dos elogios existem intenção não declaradas ou interesses camuflados.

Embora seja mais recorrente em mulheres, a baixa autoestima se manifesta em ambos gêneros e em qualquer idade. A tomada de decisão, a forma como se vê e a satisfação com seu entorno podem ficar comprometidos, levando a complicações psicológicas e físicas.

Os sintomas nem sempre são claros, mas costumam ser identificáveis. Confira abaixo alguns deles e verifique se você pode estar sofrendo com baixa autoestima e como lidar com esse transtorno.

1) Complexo de inferioridade e a baixa autoestima

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Pessoas com baixa autoestima costuma acreditar que não são tão boas quanto as outras, que suas vidas são mais difíceis e que não estão a altura para merecer ser feliz. Lidam diariamente com a negatividade e se comparam com outras pessoas de forma a estarem sempre em desvantagem.

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2) Tentar agradar e surpreender os outros

Muitas das decisões das pessoas que têm baixa autoestima buscam agradar os outros e surpreender com atitudes que são inesperadas. Podem inclusive se colocar em situações de risco para provar serem capazes. Isso está sempre relacionado com a necessidade de aceitação e integração grupos sociais ou em relacionamentos.

3) Críticas severas e perfeccionismo

Pessoas com baixa autoestima buscam surpreender os outros com seu perfeccionismo, exigem demais de si mesmos e são muito críticas com tudo o que lhe acomete. Não conseguem ficar satisfeitas com seus resultados, procurando a autoafirmação como recurso e justificativa para seus méritos e fracassos.

4) Relacionamento abusivos e destrutivos

Pessoas com baixa autoestima estão mais predispostas a aceitarem e permanecerem em relacionamento abusivos e destrutivos. Isso porque acreditam que não irão encontrar outra pessoa melhor, que não são capazes de despertar o interesse do outro ou mesmo para não lidar com a rejeição.

Esse comportamento também pode se manifestar no trabalho, fazendo com que se acredite que não haverá reconhecimento aos seus talentos.

5) Inseguranças, preocupações e medo de desafios

O medo do desconhecido é comum em pessoas com baixa autoestima. Isso acontece porque elas acreditam que não irão atender às exigências de novas situações e preferem manter uma média, sem assumir grandes riscos para não lidar com frustrações. São preocupações muitas vezes injustificáveis, que ganham grande importância para quem está vivendo com esse transtorno.

6) Ansiedade, depressão e baixa autoestima

A baixa autoestima costuma desencadear diversos problemas com a autoaceitação de se ser quem é. Com isso, vem a ansiedade, que muitas vezes está relacionada com o que irão pensar da gente. E a ansiedade pode gerar depressão, e uma certa resistência a correlacionar-se. É preciso atenção, pois esses sintomas estão diretamente ligados, e raramente se manifestam de forma isolada.

7) Turbulências emocionais

A oscilação emocional ocorre em pessoas com baixa autoestima, pois estão sempre lidando com a opinião dos outros e com o que irão pensar sobre elas. Atender a tantas exigências faz com que se tenha um excesso de preocupação com tudo o que se faz. A pressão provoca as turbulências emocionais e crises de altos e baixos, muitas vezes presente na vida de pessoas com baixa autoestima.

Embora esses comportamentos sejam característicos em casos de baixa autoestima, nem sempre irão se manifestar em todos as pessoas que sofrem com esse transtorno. Somente um psicólogo poderá diagnosticar com precisão se alguém sofre ou não com baixa autoestima. O acompanhamento é indicado e a terapia cognitiva, por exemplo, poderá ajudar quem sofre com esse transtorno a lidar e perceber quando seu comportamento está ligado à baixa autoestima.

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Autora: Thaiana Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

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